O primeiro grande desafio, aponta, foi a “Teologia da Libertação”, que
estava se difundindo na América Latina. A opinião comum, diz ele, era
que “se tratava de um apoio aos pobres”, “mas era um erro”. A pobreza e
os pobres, explica, “foram , sem dúvida, tema da teologia da libertação,
todavia, numa perspectiva muito específica”. Não era “uma questão de
ajuda e reforma, dizia-se, mas do grande irrompimento do qual deveria
surgir um novo mundo”. Assim, diz Bento XVI, “a fé cristã foi usada como
um motor para esse movimento revolucionário, transformando-a em uma
força política”. A “uma tal falsificação da fé cristã — observa — é
necessário se opor por amor aos pobres e em favor do serviço que lhes é
prestado”. João Paulo II, acrescenta, guiou-nos a “de um lado,
desmascarar uma falsa idéia de libertação e, de outro, a expor a
autêntica vocação da Igreja para a libertação do homem”.
http://www.news.va/it/news/benedetto-xvi-vi-racconto-la-santita-di-giovanni-p

Nenhum comentário:
Postar um comentário