quarta-feira, 5 de março de 2014

Cada dia que passa aumenta a necessidade de protegermos os inocentes e indefesos nascituros





A CNBB instituiu o dia 08 de outubro como o dia do Nascituro (a criança que ainda está no ventre materno). Também estabelecendo a primeira semana de outubro como sendo a semana de combate ao aborto.

Diante desta batalha assumida pela CNBB, os bispos da Regional Sul 2, reunidos em Maringá-PR, em 30/09/2013, emitiram um comunicado com um firme posicionamento pela vida humana e contra o aborto. Valendo salientar a efetiva participação de nosso Bispo, o Reverendíssimo Dom Moacir José Vitti.

Dentre os vários pontos importantes do comunicado, ressalto o seguinte:

"O ser humano, desde a fecundação e em todas as fases da vida, até seu fim natural, tem direito a todos os cuidados por parte da gestante, da família, da medicina e das autoridades políticas. A vida é única, original, sagrada, bem primário e fundamental da sociedade."

A atitude de nosso pastor serve como exemplo e motivação para que nós possamos também fazer nossa parte e também nos posicionar firmemente contra o aborto. Com isto, poderemos afastar a legalização de crime horrendo que se aproxima de nosso país.

Aproxima-se a passos largos, sendo sistematicamente implantado no Brasil por meio de atos ardilosos, escusos e sorrateiros.

Os dois últimos presidentes (Fernando Henrique e Lula) contribuíram significativamente no processo de legalização do aborto em nosso país, adotando inúmeras medidas legais e administrativas para viabilizar a efetiva legalização.

Prepararam todo o terreno para que a presidente Dilma pudesse consumar a legalização, tarefa que a presidente tem conseguido com esmero.

Recentemente conseguiu sancionar o PLC 03/2013 que, na prática, legalizou o aborto.

O projeto de lei tramitou em regime de urgência e, em um incrível espaço de um pouco mais de dois meses, foi aprovado por unanimidade em votações relâmpago. (Não acham curioso o fato de leis importantes para a população demorarem anos para ser aprovadas e leis para facilitar o assassinato de crianças são aprovadas em poucos dias?).

O projeto tramitou sob os cuidados do sr. Alexandre Padilha (Ministro da Saúde do governo da presidente Dilma), conseguindo a aprovação na Câmara e no Senado.

Com isto, conseguiram realmente aprovar o PLC03/2013, o qual obriga todos os hospitais a realizarem o procedimento, a qualquer tempo e mediante a simples alegação da vitima de violência sexual.

Desculpe, havia esquecido de comentar que, para não chamar a atenção para a tentativa de legalizar o aborto, informaram que a lei era para atender as vitimas de violência sexual. Algo muito importante de ser combatido, pois qualquer tipo de violência deve ser combatido. No entanto, se realmente se almejasse o auxilio a mulher, teriam destinado mais recursos para a polícia, ao invés de propiciar o assassinato de crianças inocentes.

Continuando, com a sanção da PLC 03/2013 a presidente Dilma não cumpriu a promessa que fez durante as eleições, quando prometeu não implantar o aborto no Brasil.

Mas enfim, é o que esperar do Partido dos Trabalhadores (PT), já que, juntamente com o Partido Verde (PV), é abertamente comprometido com a legalização do aborto, programa obrigatório de governo do Partido dos Trabalhadores.

Com relação a esta afirmação, se preparem para ouvir alguns afirmando que não há uma obrigação dos filiados ao PT de defenderem o aborto. Uma afirmação sem qualquer cabimento.

Quem em sã consciência se filiaria a algo que não concorda? Já imaginou alguém filiado ao nazismo defendendo judeus?

Um exemplo de que há a imposição da promoção do aborto é o caso do deputado Luiz Bassuma, o qual foi condenado por unanimidade em razão de sua posição pública contra o aborto, informação que pode ser facilmente comprovada em qualquer site de busca.

Mas a política não é a única forma de promover o aborto, também estão sendo utilizados outros meios, como as novelas, por exemplo.

Recentemente fui informado sobre um episódio da novela “Amor à Vida”, no qual ocorreu uma deturpação e confusão de informações, tendo sido criado um cenário para transmitir informações falsas.

Dentre as informações falsas transmitidas estão: aborto clandestino é a principal causa de mortes de mulheres no Brasil e o aborto é uma questão de saúde pública.

Quem diz um negócio destes está muito desinformado ou realmente está de má-fé.

Vamos aos dados oficiais, disponíveis no DATASUS/Ministério da Saúde:

Faleceram no Brasil, em 2011 (último ano a ter os dados totalmente disponíveis) 504.415 mulheres. O número máximo de mortes maternas por aborto provocado, incluindo os casos não especificados, corresponde a 69, sendo uma delas aborto dito legal. Portanto, apenas 0,013% das mortes de mulheres devem-se a aborto ilegal. Comparando, 31,7% das mulheres morreram de doenças do aparelho circulatório e 17,03% de tumores. Estes sim constituem problemas de saúde pública.

Ora, a única coisa que se pode concluir com isto é que a intenção realmente é induzir as pessoas a acreditarem em algo que não é verdade.

Por que matar crianças inocentes e indefesas ao invés de realmente investir na saúde da mulher? Não respondam ainda. Darei uma dica no decorrer do texto.

Mas vamos analisar brevemente quem já está com as mãos mais sujas de sangue de inocentes, a Espanha.

A Espanha legalizou o aborto há 22 anos. E, para comemorar o “Aniversário da Legalização”, em 2005 realizou uma avaliação do período. Constatando que o aborto legalizado tinha se tornado a principal causa de morte humana, superando as masculinas por outras causas quaisquer, inclusive por doenças, acidentes, suicídios e homicídios, somadas às femininas por outras causas quaisquer, inclusive doenças, acidentes, suicídios e homicídios.

Ou seja, o aborto legalizado tem tudo para realmente se tornar um problema de saúde pública.

Então pensemos.

Para que legalizar o aborto se não há problema de mulheres morrendo por abortos clandestinos e se em um país desenvolvido o aborto legalizado se tornou a principal causa de morte?

Você acha que o SUS tem condições de realizar abortos?

Então aqui vai a dica.

Planned Parenthood Federation of America (PPFA) é a maior organização abortista do mundo.

Em publicação de seu relatório financeiro de julho de 2004 a junho de 2005 apresentou uma arrecadação total que chega a quase 900 milhões de dólares.

Lógico que o relatório evita referir-se à quantidade de mulheres falecidas em suas clínicas como conseqüência dos abortos praticados legalmente, mas com esta dica é possível ter uma boa idéia de um dos motivos que devem ser considerados para tentar entender o que levam alguns a promoverem incessantemente a legalização do aborto.

Sendo assim, ressalto que estamos diante da relativização do valor da vida humana, onde uma mãe está sendo motivada a assassinar o próprio filho.

Diante disto, lembro que nós católicos somos chamados a defender a vida, defender crianças inocentes e indefesas, a auxiliar mães para que não matem seus filhos.

É o momento de nós curitibanos começarmos a nos posicionar e demonstrar que somos contra o aborto.

É uma luta árdua, complexa, difícil, haja vista a força e a astúcia do inimigo.

Mas juntos a Nosso Senhor, não precisamos ter medo, pois cairão mil a nossa esquerda e dez mil a nossa direita e nós não seremos atingidos.

Encerro aqui este texto na esperança de ter auxiliado no esclarecimento de alguns pontos e na motivação da luta pela vida.

Que Nossos Senhor Jesus Cristo não permita a legalização do aborto no Brasil e nos auxilie no combate em favor da vida e da verdade.


"ESCOLHE, POIS, A VIDA!" (Dt 30, 19)

Nenhum comentário:

Postar um comentário